OFICINAS

Sexta-feira – 15/11 – 15:30h

1 – Igrejas Alternativas e a crise da sucessão ministerial
Ariovaldo Carlos Jr – Manifesto Missões Urbanas
As igrejas que surgiram nos últimos 30 anos com propostas alternativas aos velhos sistemas denominacionais vivem uma crise. A sucessão ministerial e a continuidade do trabalho não possuem caminhos muito claros a serem seguidos. Será que existem formas para que esta sucessão de trabalho e liderança ocorra, ou nossas missões sucatearão mais rápido do que o sistema que nos propusemos a combater?

2 – Técnicas de Audio – Equalização,  alinhamento de sistema, montagem, ligações, dinâmica operacional e  acabamento.
Alvaro Nunes – Comunidade Caverna de Adulão
Oficina voltada para quem quer aprender mais sobre som e dar aquela força no ministério de música da sua igreja. Álvaro trabalha com áudio  desde 1996  na Art-Som.  Em 1999 foi trabalhar na Gabisom (empresa de S.Paulo) como técnico se aprofundando no show business com tour nacionais e  internacionais e trabalhando em grandes festivais e com grandes nomes do cenário mundial.

3 – Gênero
Kátia Soares – Kyrius Cia de Artes
O machismo, a violência doméstica, a desigualdade social, a subserviência feminina decorrente de uma estrutura social universal e não cristã que estigmatizam a mulher como inferior aos homens precisa ser superado por meio de uma cultura cristã de respeito às diferenças de gênero.

4 – Artes
Geraldo Luiz – Caverna de Adulão
A utilização das artes como discurso e forma de transformação do mundo é um dos fenômenos fortes que caracterizam o pós II Guerra Mundial. Insatisfações, protestos, quebra de paradigmas e tentativas da construção de um novo mundo fizeram surgir os movimentos de contracultura jovem. Que contribuições efetivas e perspectivas podemos perceber da arte no contexto contemporâneo?

5 – A contribuição da Igreja nas transformações da cidade
Leo Caldeira – Caverna de Adulão
Contradições e incoerências cercam o espaço urbano provocando desigualdades sociais e diversas questões que perpassam a condição da dignidade humana. Os recentes protestos e manifestações que abalaram o país, chamam atenção justamente para as problemáticas cotidianas da vida nas grandes cidades brasileiras. O direito à mobilidade urbana, à educação, moradia, as precárias condições de vida nas periferias e a violência estatal, foram temas recorrentes das reivindicações dos movimentos e dos cidadãos. O convite é a pensar como a Igreja Cristã tem atuado nesse contexto das “missões urbanas. Quais contribuições relevantes podemos trazer para as transformações das dinâmica das cidades?

6 – Tráfico Humano – Escravidão Moderna
Leandro Barbosa – Caverna de Adulão
Segundo a advogada e assistente social Tânia Teixeira Laky de Sousa, autora da pesquisa “Tráfico de Mulheres: Nova Face de uma Velha Escravidão”, as mulheres vítimas do tráfico são, antes de tudo, vítimas do abandono social, da falta de políticas públicas. Muitas daquelas que passaram pela experiência da exploração sexual fora do país preferem não voltar para o Brasil, pois, sabem que, aqui, não encontrarão perspectiva de trabalho, acompanhamento médico, muito menos acolhimento social ou familiar. Com base nessa afirmação, essa oficina visa abordar temas como a feminização da pobreza, cultura machista, planos nacionais para o enfrentamento ao tráfico de pessoas, criminalização ou legalização da prostituição, que caminho seguir, atendimento a vítimas e formas de repressão.


Sábado – 16/11 – 14h

7 – Religião e política no Brasil: O novo paradigma dos movimentos sociais
Marcos Ribeiro – Verbalizando Missões Urbanas
Num país como o Brasil, em que 92% dos brasileiros se declaram religiosos, é difícil desvincular a religião do debate político. Essa relação de proximidade pode ser explicada, em parte, pela religiosidade popular e pela influência que o catolicismo e as igrejas de confissão protestantes tradicionais exerceram na constituição dos movimentos sociais brasileiros, a partir da década de 1980, sob a influência do marxismo e da teologia da libertação.

8 – Amplificando o evangelho nas ruas
Átila Cardinali – Caverna de Adulão
O nosso chamado é de anunciar o Evangelho de Jesus Cristo às nações. Não há nada mais urgente em nossa época do que anunciar o evangelho genuíno e transformador, e quem o faz demonstra total dependência de Deus na vida. Nós podemos ser o amplificadores do amor de Cristo nos centros urbanos e nas nações!

9 – Direitos Humanos
Geraldo Luiz – Caverna de Adulão; Ronilso Pacheco – S8 Botafogo RJ
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada pelos países signatários da Organização das Nações Unidas, em 1948, embora criticada em alguns aspectos, é o documento internacional mais importante na tentativa de se nortear as relações humanas de forma digna que respeite a integridade, a liberdade e a diversidade. Embora todos os artigos da Declaração contenham versículos correspondentes nos textos bíblicos, a contribuição religiosa foi e tem sido, muitas vezes, contraditória, ambígua ou mal interpretada. Quais são as violações contemporâneas aos Direitos Humanos, e que contribuições temos a oferecer?

10 – Redes
Diniz – Avalanche Missões Urbanas
Estamos trabalhando muito na organização e nutrição de redes no Brasil. Como o CNUC é uma rede, é importante reforçar essa área focando no encontro, pois é uma luta mobilizar os líderes de ministérios alternativos do Brasil. Temos detectado áreas que podem ser trabalhadas e nossa oficina será bem prática.

11 – Clássicos Literários e a Cultura do Reino – oficina
Rodrigo S. Silva – Capital Augusta
Grandes clássicos da literatura mundial, consciente ou inconscientemente, têm demonstrado, ao longo da história, características manifestas do Reino de Deus aqui e agora. Como interpretar? Como apreciar? Como cruzar a fronteira da cultura até o coração daqueles que têm conhecido, através dos livros, o Verbo que se fez carne?

12 – Dependência química
Magno Vieira – Caverna de Adulão
Uma doença não contagiosa, mas contagiante. Afeta a vida física, psíquica, social, espiritual e familiar.  “Segundo definição da OMS, dependência química é: “Estado caracterizado pelo uso descontrolado de uma ou mais substâncias químicas psicoativas com repercussões negativas em uma ou mais áreas da vida do indivíduo”. Uma doença que se ramifica nas áreas bio-psico-socio-espiritual e familiar. A família adoece junto com o dependente químico e tanto ele quanto a família (co-dependência) precisam de tratamento  especializado.